[REVIEW] Thor – O Renascer dos Deuses

“Não cabe aos deuses decidir se o Homem existe ou não… Cabe ao Homem decidir se os deuses existem ou não”

Por Luís Gustavo Fonseca

 

A mitologia nórdica que rodeia o Thor sempre me atraiu e agradou, apesar de não ter buscado aprofundar meus conhecimentos nela. No Universo Marvel, é um personagem que eu tenho cada vez mais simpatia. E continuando a coleção da Salvat (que agora que eu vi que sairá cara pra dedéu quando terminar), tenho em mãos uma história muito bem comentada, que é Renascer dos Deuses.

Como o título sugere: para Renascer, primeiro você tem que morrer, certo? E a morte dos Asgardianos só poderia vir pelo Ragnarok, o fim de todas as coisas. Esse é um dos principais acontecimentos anteriores que levaram a esse arco (Ragnarok que foi causado propositalmente pelo Loki, mesmo isso significando a morte dele também). Depois, descobre-se que o Ragnarok é um fim de um ciclo (a lá profecia Maia), e a cada ciclo, entidades imensuravelmente poderosas intituladas “Aqueles que se Sentam Acima nas Sombras” (os deuses dos deuses) alimentam-se da energia do acontecimento. Para libertar Asgard deste destino (já que, cada vez, os asgardianos retornam mais fracos), Thor confronta esses deuses, e se sacrifica para cortar os fios dessa sina, entrando em estado de hibernação, dormindo até que fosse necessário novamente…

Thor 4

E é aí que começa o encadernado, com Donald Blake (o disfarce de Thor na Terra) convocando o Deus Trovão no vazio e convencendo que ele, assim como os demais Asgardianos, eram necessários novamente, e precisavam ser despertados. Será que Thor estaria disposto a dar importância em servir a humanidade novamente?

A história é roteirizada por J. Michael Straczynski, o mesmo de Homem Aranha – De volta ao lar, que já falei por aqui. E o cara mandou bem novamente. Acompanhamos todo o caminho de Thor em tentar reconstruir Asgard na Terra, e despertar seus amigos (e sua amada Lady Sif), assim como encontrar a si mesmo, tudo isso de forma dinâmica e direta. No decorrer disso tudo, acompanhamos alguns momentos cômicos; o Thor dando uma surra DE PERFECT no Iron Man; alguns outros debates interessantes; e o dilema de Thor de QUEM deve voltar a vida… E não é só Loki que o preocupa. E o final deixa qualquer um interessado nos acontecimentos a seguir (que infelizmente não virão pela Salvat, já foi publicado em um encadernado da Panini, já esgotado por aqui =/).

A bela arte da trama fica por conta de Olivier Coipel, que tratou de mostrar um Thor imponente, o Hamdall branco (ao contrário dos filmes), e tem um traço bastante interessante para os personagens. A coloração da obra também chama à atenção, é bastante bonita. Well, até a próxima edição da Salvat!

Nota: 8/10

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