2016: o ano difícil para as continuações

Por Luís Gustavo Fonseca

O ano de 2016 tem se mostrado difícil para os executivos de Hollywood… Ao menos, para aqueles que apostaram no sucesso de continuações das franquias já estabelecidas. Saturação de gêneros, como os de super herói e de adaptações de livros infanto juvenil? Cansaço do público em relação ao que já vimos? Desejo por histórias originais? Muitos são os fatores que podem ter levado a este quadro. Continuar lendo “2016: o ano difícil para as continuações”

Alice Através do Espelho

“Retorno de Alice ao Mundo das Maravilhas é marcada por previsibilidade e pouca inspiração.”

Por Luís Gustavo Fonseca

A partir do sucesso estrondoso de Avatar, que havia acabado de mudar a indústria cinematográfica ao introduzir de forma definitiva o formato 3D nos grandes blockbusters de Hollywood, é possível compreender o sucesso de Alice no País das Maravilhas. A tecnologia era novidade (e os trailers prometiam uma boa utilização do recurso), e a clássica história de Lewis Carroll ainda contava com a estrela de Johnny Depp e com a direção do veterano Tim Burton. Se hoje, uma das fontes de lucro da Disney são os live actions de suas clássicas animações – como é o caso de Cinderella, Malévola e Mogli -, tudo se deve ao fato de Alice ter feito mais de um bilhão de dólares em sua estadia nos cinemas. Continuar lendo “Alice Através do Espelho”

A força dos Live Actions de Contos Infantis

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Duas semanas depois da sua estreia nos EUA, Cinderella chega ao Brasil nesta quinta, 26 de Março. E a Princesa que perdeu o sapatinho de cristal é o mais novo exemplo de um gênero que, mesmo com seus tropeços, vem ganhando cada vez mais força dentro de Hollywood: as adaptações live action dos clássicos contos infantis. Continuar lendo “A força dos Live Actions de Contos Infantis”