Era Uma Vez em… Hollywood

“Nono filme de Quentin Tarantino é uma ótima homenagem à Hollywood dos anos 60, mas deixa de lado algumas de suas melhores características.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Desde que chamou a atenção do mundo com o lançamento de “Cães de Aluguel”, em 1992, Quentin Tarantino galgou rumo ao estrelato dentro de Hollywood. Ganhador de dois Oscar, ambos por roteiro, o diretor conquistou uma legião de fãs no mundo todo, tornando-se um dos cineastas mais populares e influentes dos últimos 25 anos. “Era Uma Vez em… Hollywood”, o seu nono filme – dos 10 que ele insiste que irá fazer antes de se aposentar – chega para remontar a infância do diretor e o fim de uma era marcante para o cinema. Continuar lendo “Era Uma Vez em… Hollywood”

A Grande Aposta

“Crise financeira de 2008 ganha ares de tragicomédia com atuação impecável de Steve Carell”

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Não precisa ser um entendedor de economia para perceber que, até os dias atuais, a crise financeira de 2008 ainda causa reflexos e “marolinhas”. O estouro da bolha imobiliária desestruturou boa parte da economia global, levando milhões de pessoas ao desemprego e a perda de suas moradias. O que talvez passe despercebido é que, enquanto muitos perdiam, alguns outros viram a oportunidade de lucrar como nunca. Continuar lendo “A Grande Aposta”

[REVIEW] Corações de Ferro

Por Matheus Araujo

Como um dos mais trágicos momentos que tivemos, a Segunda Guerra Mundial também se torna um dos mais interessantes. Uma fonte infinita de “inspiração” para homens durante várias e várias décadas recriarem a partir de sua destruição. Foram inúmeras abordagens ao longo de todo esse tempo, entre elas, verdadeiros clássicos: O Grande Ditador (1942), Lista de Schindler (1994), Band of Brothers (2001), Bastardos Inglórios (2009) – todos com sua perspectiva única. Em 2015, a distinção de Corações de Ferro mora dentro de um tanque de guerra chamado Fury.

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[FORA DE SÉRIE] 12 Anos de Escravidão (Livro&Filme)

“História real filmada por Steve McQueen choca, emociona, e nos apresenta um ‘filme de Oscar’ que vai além do comum”

 

Por Luís Gustavo Fonseca

(Colaboração no texto: André Luiz)

Todo ano, a história se repete: vem a temporada de premiações, surgem os “filmes do Oscar”, e fica aquela sensação: que esses filmezinhos “cabeças”, muitas vezes, são muito barulho por nada.

Pode reparar: a estrutura desses filmes, quase sempre, são iguais, tem o mesmo tom, a mesma dinâmica, e acabam virando algo repetitivo. Três exemplos que me vêm à cabeça dos últimos anos: Argo, Lincoln e O Artista. Continuar lendo “[FORA DE SÉRIE] 12 Anos de Escravidão (Livro&Filme)”