Deadpool 2

Sequência estrelada pelo Mercenário Tagarela entrega humor irreverente, mas peca no drama e fica aquém do original.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em 2016, “Deadpool” chegou ao (cada vez mais cheio) mundo dos super heróis com uma série de peculiaridades que o distinguiam dos demais longas do gênero: com uma classificação indicativa para maiores de 18, a produção apostava em cenas de violência e sanguinolência pesadas, piadas infames envolvendo sexo e masturbação e o fato do protagonista conversar com o público e ter ciência que está dentro de uma obra cinematográfica, reproduzindo uma das características do personagem mais conhecidas. Tudo isso afastado do restante do universo dos X-men e embalado como uma “história de amor”, vendido tanto no marketing do filme quanto dito dentro da própria trama. Continuar lendo “Deadpool 2”

Filmaiada Awards 2017

Por Luís Gustavo Fonseca e Matheus Araujo

Já estamos praticamente em Março, o ano começa a partir da próxima quarta-feira (com o triste fim do Carnaval) e até mesmo a cerimônia do Oscar já aconteceu, no último domingo (26). Então, aos 49 do segundo tempo e com o banco de reserva já pedindo para o jogo terminar, é chegada a hora de darmos uma última olhada para o ano cinematográfico de 2016, e escolhermos o que tivemos de melhor (e pior!) no ano que se passou. Depois de muita análise e discussão, negociatas, acordão com o Supremo para estancar a sangria, chegamos aos vencedores do que melhor foi lançado no Brasil no último ano (ou seja, tudo que rolou entre 1º de janeiro e 31 de dezembro) – e sem confusão no final para premiar o melhor filme =D. Discorda da gente? Deixe nos comentários sua opinião sobre quem deveria, de fato, levar o GRANDIOSÍSSIMO prêmio do Filmaiada Awards! Continuar lendo “Filmaiada Awards 2017”

2016: o ano difícil para as continuações

Por Luís Gustavo Fonseca

O ano de 2016 tem se mostrado difícil para os executivos de Hollywood… Ao menos, para aqueles que apostaram no sucesso de continuações das franquias já estabelecidas. Saturação de gêneros, como os de super herói e de adaptações de livros infanto juvenil? Cansaço do público em relação ao que já vimos? Desejo por histórias originais? Muitos são os fatores que podem ter levado a este quadro. Continuar lendo “2016: o ano difícil para as continuações”

Deadpool: o início de uma nova era nas adaptações de quadrinhos?

 

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Há cerca de um ano e meio, escrevi como o sucesso de Guardiões da Galáxia poderia influenciar as produções de super heróis do cinema. O fato de um bunch of a*holes, desconhecidos pela maioria absoluta do público, ter sido a produção de maior bilheteria do ramo naquele ano (superando heróis veteranos, como Capitão América, X-men e Homem Aranha) levou a Marvel a confirmar a produção de mais heróis que (ainda) não estão no imaginário das pessoas, como Capitã Marvel e Os Inumanos. A DC também se movimentou, e apostou suas fichas em Esquadrão Suicida para ter sucesso semelhante. Continuar lendo “Deadpool: o início de uma nova era nas adaptações de quadrinhos?”

Deadpool

“Pesado. Divertido. Sanguinolento. Filme do Mercenário Tagarela pode iniciar nova era para os filmes de quadrinhos.”

 

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Há 16 anos, X-men foi o grande responsável (tá, Blade também tem sua cota de importância) por determinar a chegada definitiva da febre de super heróis nas telonas, revolucionando os negócios da indústria cinematográfica. O filme de Bryan Singer foi seguido de um ainda maior e mais estrondoso Homem Aranha de Sam Raimi e, anos depois, Christopher Nolan apresentou uma nova abordagem do tema com sua visão do Batman. Em 2008, a Marvel, que quase havia falido uma década antes, estreava como estúdio com Homem de Ferro, expandindo as fronteiras de possibilidades sobre a temática ao apresentar a ideia de universo compartilhado, que culminou no multibilionário Os Vingadores. Continuar lendo “Deadpool”

7×1: X-Men Origens: Wolverine

Por Matheus Araujo

Diferente dos demais filmes abordados no 7×1, eu não lembrava que X-Men Origens: Wolverine era tão merda. Óbvio, todos os outros são horríveis, mas admito certo exagero ao escancarar seus problemas. Teorizo que por precaução meu cérebro tenha apagado a deprimente experiência que faz Quarteto Fantástico parecer de uma genialidade mal compreendida.

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