Demolidor – Season 2

“Diferente e com novos elementos, seriado do Homem sem Medo mantem sua extrema qualidade.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Nas adaptações audiovisuais dos super heróis, o segundo filme costuma ter um resultado superior ao original. X-men 2, Homem Aranha 2, Capitão América: O Soldado Invernal, O Cavaleiro das Trevas (e, porque não, Batman: O Retorno) são alguns dos exemplos que mostraram evolução em relação ao primeiro filme. Claro, não é uma regra: há mais esdrúxulos, como o segundo Quarteto Fantástico, e mesmo de filmes bons que não repetiram o impacto de seu antecessor, como Homem de Ferro 2 e Vingadores: Era de Ultron. Continuar lendo “Demolidor – Season 2”

Jessica Jones (Netflix)

Por Débora Nunes

Essa review contem alguns spoilers

Jessica Jones, a segunda série da parceria Marvel/Netflix, é ambientada nas mesmas ruas de Demolidor e nos apresenta uma protagonista complexa e o vilão mais sádico dentro do universo Marvel até agora. Além do bairro de Hell’s Kitten, Jessica Jones e Demolidor compartilham um tom mais sombrio e o fato de serem heróis mais urbanos, diferente das outras produções da Casa das Ideias, como Os Vingadores, Homem de Ferro e Homem Formiga (o mais recente). Continuar lendo “Jessica Jones (Netflix)”

Afinal, quem é Jessica Jones?

 

Por Luís Gustavo Fonseca

A partir da próxima sexta feira, você irá conhecer mais sobre ela. Após o sucesso de crítica e público de Demolidor, a Marvel lançará sua nova produção em parceria com a Netflix, Jessica Jones. A personagem, que será vivida por Krysten Ritter, será a mais nova integrante do MCU (Marvel Cinematic Universe), e trará a mesma pegada mais pesada, realista e urbana, apresentada em Demolidor mais cedo este ano.

Mas afinal de contas, quem é Jessica Jones? Continuar lendo “Afinal, quem é Jessica Jones?”

7×1: Quarteto Fantástico (2005)

Por Matheus Araujo

Assim como o primeiro Demolidor, os filmes do Quarteto Fantástico dos anos 2000 merecem um “7×1”. Afinal, tratam-se de filmes que considero maldade analisar seriamente. O desempenho é tão catastrófico, patético, que se torna piada. Melhor, então, seria abraçar esse lado e trazer algo de divertido de tão penosa experiência. Através de uma analogia com a memória recente do brasileiro que melhor transcreve esse sentimento, analisemos 7 erros e 1 acerto dos filmes:

Continuar lendo “7×1: Quarteto Fantástico (2005)”

Nova York: antes e depois

Por Matheus Araujo

A Marvel, enquanto produtora independente, já surgiu estúdio grande. Ainda assim, é possível delinear dois momentos bem claros quanto a sua dimensão: antes e depois de sua consolidação com o estrondo d’ Os Vingadores. Além da própria linha do tempo, o orçamento e a bilheteria, o respaldo da indústria, a expansão de mídias e do escopo das produções e, subjetivamente, a alçada na qualidade dos filmes, reforçam a ideologia das duas fases estabelecida pela organização.

Continuar lendo “Nova York: antes e depois”

Demolidor (Netflix)

“Primeira temporada do Homem Sem Medo leva o Universo Marvel a um novo patamar”

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Uma definição “clássica” que tenho para o Demolidor é que “Ele é a mistura perfeita entre o Batman e o Homem Aranha: o estilo de luta e senso de justiça de um, e os apertos na vida civil do outro”. Isso já é o suficiente para chamar a atenção de qualquer um que se interesse por super heróis. Mas o legado do Homem Sem Medo vai além e, em suas décadas de existência, já nos entregou arcos incríveis como A Queda de Murdock e Diabo da Guarda, e personagens que mudariam todo o Universo do Marvel. Continuar lendo “Demolidor (Netflix)”

7×1: Demolidor (2003)

Por Matheus Araujo

Com o Demolidor da Netflix saindo do forno, pensei em trazer a discussão quais são os motivos dessa nova adaptação ser uma NOVA adaptação. Ou seja, por que o antigo Demolidor jamais foi continuado? Quais foram as razões da Fox ter devolvido os direitos do personagem a Marvel? Todas essas respostas eu esperava encontrar na fracassada adaptação deles, lançada em 2003 e estrelando Ben Affleck como Matt Murdock.

Ao reassistir ao filme, fiquei estupefato, e considerei maldoso simplesmente escrever uma resenha sobre a obra – seriamente discorrendo sobre uma inevitável nota ZERO. O desempenho é tão catastrófico, patético, que se tornava piada. Melhor, então, seria abraçar esse lado e trazer algo de divertido de toda essa penosa experiência. E se há algo na memória recente do brasileiro que transcreve esse sentimento é o “7×1” – o que também achei um bom nome com o pretexto de listar 7 erros e 1 acerto da película.

Continuar lendo “7×1: Demolidor (2003)”