O Rei Leão, Aladdin e como aproveitar melhor a história a ser contada

Por Luís Gustavo Fonseca

Nos últimos anos, a Disney vem investindo em sua mais nova mina de ouro: remakes de clássicas animações do estúdio, oferecendo a oportunidade para que novas gerações conheçam populares histórias da companhia. Após o sucesso de “Alice no País das Maravilhas”, o estúdio já repaginou uma de suas mais clássicas vilãs, “Malévola”, em um filme solo; recontou os encantos de “Cinderella” e “A Bela e a Fera” em versões modernizadas; e ofereceu uma versão super realista de Mogli em “Mogli: O Livro da Selva”. Continuar lendo “O Rei Leão, Aladdin e como aproveitar melhor a história a ser contada”

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Carros 3

“Em seu terceiro capítulo, franquia mostra capacidade de evoluir seu protagonista”

Por Luís Gustavo Fonseca

A franquia Carros talvez seja a mais destoante do acervo de obras da Pixar. O primeiro longa, que apresenta um mundo dominado por carros com características humanas, teve uma recepção positiva e, do seu modo, conseguiu conquistar o público infantil. Entretanto, não acredito que muitas pessoas desejavam uma continuação, sobretudo numa época em que o estúdio da luminária saltitante era bem mais restrito com sequências de suas produções. Ela aconteceu e, apesar de ter tido uma bilheteria melhor, o resultado ficou aquém não só do primeiro, mas como de todo o restante da Pixar (que, convenhamos, é o mais fraco do estúdio). Procurando uma redenção para a série, chegamos ao terceiro filme estrelando Relâmpago McQueen. Continuar lendo “Carros 3”

A Bela e a Fera

“Releitura de clássica animação peca no visual, mas apresenta história mais abrangente e com personagens mais bem construídos”

Por Luís Gustavo Fonseca

A Disney descobriu uma máquina de fazer dinheiro. Com o sucesso estrondoso de Alice no País das Maravilhas em 2010, ela abriu os olhos para a oportunidade de refazer cada uma de suas animações. Mulan, Aladdin, Dumbo e Rei Leão são alguns dos vários projetos que estão em desenvolvimento para explorar essa mina de ouro. Eu já até sugeri aqui cinco animações que, ao contrário de outras, penso que realmente deveriam receber um tratamento em live action. E agora, após os sucessos de Malévola, Cinderella e Mogli, é chegada a hora de A Bela e a Fera receber uma releitura do estúdio do Mickey, 26 anos depois do lançamento da animação que conquistou dois Oscars (Melhor Animação e Melhor Canção) e foi a primeira a ser indicada à categoria Melhor Filme da premiação. Continuar lendo “A Bela e a Fera”

Oscar 2017: Para além de La La Land

Por Luís Gustavo Fonseca

A manhã da última terça (24) serviu para confirmar que, de fato, La La Land é o filme a ser batido do Oscar este ano. Dirigido por Damien Chazelle, ele igualou o recorde de Titanic e A Malvada, ao conquistar 14 indicações, e deve sair da premiação com ao menos uma mão cheia de estatuetas. Os indicados revelados, contudo, mostram que a 89ª edição do prêmio mais importante de Hollywood não se resume ao sucesso do franco favorito. Abaixo, alguns outros aspectos que merecem destaque – que vão além da 20ª indicação de Maryl Streep e da esperada (mas não menos doída) não indicação de Deadpool a Melhor Filme. Continuar lendo “Oscar 2017: Para além de La La Land”

Moana

Por Matheus Araujo

Sempre me fascinou o respeito das obras Disney ao traço concebido por seu fundador. Em especial, quando os artistas desdobravam as características do desenho de Walt e as combinavam com o estilo típico que pretendiam retratar. Para admirar esses feitos, basta assistir a qualquer animação do estúdio com forte influência de povos não-americanos, como Mulan ou Hércules. No entanto, com Moana percebi que, de repente, ao respeitarem tanto Disney, desrespeitaram culturas e culturas.

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Alice Através do Espelho

“Retorno de Alice ao Mundo das Maravilhas é marcada por previsibilidade e pouca inspiração.”

Por Luís Gustavo Fonseca

A partir do sucesso estrondoso de Avatar, que havia acabado de mudar a indústria cinematográfica ao introduzir de forma definitiva o formato 3D nos grandes blockbusters de Hollywood, é possível compreender o sucesso de Alice no País das Maravilhas. A tecnologia era novidade (e os trailers prometiam uma boa utilização do recurso), e a clássica história de Lewis Carroll ainda contava com a estrela de Johnny Depp e com a direção do veterano Tim Burton. Se hoje, uma das fontes de lucro da Disney são os live actions de suas clássicas animações – como é o caso de Cinderella, Malévola e Mogli -, tudo se deve ao fato de Alice ter feito mais de um bilhão de dólares em sua estadia nos cinemas. Continuar lendo “Alice Através do Espelho”

Zootopia

“Nova animação da Disney nos ensina a necessidade de desconstruir nossos preconceitos”.

 

Por Luís Gustavo Fonseca

A Disney tem um belo histórico com histórias protagonizadas por animais. Além de O Rei Leão (que, convenhamos, é a maior referência no quesito), Bambi, O Cão e A Raposa, A Dama e o Vagabundo, Aristogatas são alguns dos outros exemplos do estúdio. Abordagem que tinha sido um pouco deixada de lado, até a estreia de Zootopia. Continuar lendo “Zootopia”

[FORA DE SÉRIE] Bilheteria: 7 coisas que o Verão de 2015 nos ensinou

Por Luís Gustavo Fonseca

E chega ao fim mais um “Verão” (em referência a estação do ano no Hemisfério Norte, período das férias escolares por lá), aquela época do ano em que os cinemas são invadidos pela maioria dos principais blockbusters do ano. E se ano passado tivemos vencedores e perdedores em um dos “Verões” de menor arrecadamento dos últimos tempos, o de 2015 veio para ser um dos mais memoráveis da história. Abaixo, os 7 principais pontos que valem a pena destacar: Continuar lendo “[FORA DE SÉRIE] Bilheteria: 7 coisas que o Verão de 2015 nos ensinou”