X-men: Fênix Negra

“Sem explorar os personagens, capítulo final da saga mutante pela Fox apresenta um desfecho melancólico e desinteressante”

Por Luís Gustavo Fonseca

Se hoje o gênero de super-heróis é o que é nos cinemas, muito se deve a franquia “X-men”, iniciada nos anos 2000. Um verdadeiro marco para o entretenimento, o primeiro filme continuou o ressurgimento iniciado por “Blade” um ano antes e mostrou que, sim, havia espaço para fazer bons filmes do gênero novamente, após o desastre de “Batman & Robin”. Nesses 19 anos, a saga passou por altos e baixos, foi reformulada nos cinemas, criou uma confusa – mas estranhamente, charmosa – linha temporal e comprovou a relevância desses personagens, que continuaram a ter grande apelo do público. Continuar lendo “X-men: Fênix Negra”

Atômica

“Em thriller de espionagem bem amarrado, Charlize Theron entrega uma das melhores protagonistas do ano.”

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Às vésperas da queda do Muro de Berlim, a agente secreta Lorraine Broughton (Charlize Theron) é enviada para a capital alemã para auxiliar o agente David Percival (James McAvoy). A missão da dupla é recuperar uma lista secreta com o nome e a localização de todos os espiões ativos do bloco capitalista, impedindo que essas informações caiam em mãos indesejadas. Continuar lendo “Atômica”

Fragmentado

“Finalmente, podemos dizer que M. Night Shyamalan está de volta, com atuação monstruosa de James McAvoy.”

Por Luís Gustavo Fonseca

A trajetória do diretor M. Night Shyamalan envolve uma dose de felicidade e outra de tragédia. O indiano conquistou o mundo com seu terceiro longa, Sexto Sentido, que recebeu seis indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, além de uma legião de admiradores no mundo todo. Um grande plot twist e viradas inesperadas na trama passaram a ser sua maior assinatura (além das rápidas aparições que ele faz), o que marcou boa parte das obras de sua filmografia. Continuar lendo “Fragmentado”

X-men: Apocalipse

“Novo capítulo da franquia mutante entrega um bom resultado, mas desperdiça potencial”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em um ano em que temos um segundo Batman nos últimos 11 anos – e o terceiro Homem-Aranha desde 2002 -, chega a ser curioso pensar que a saga mutante dos cinemas continua firme e forte. Claro que ela passou por mudanças desde seu lançamento, em um “distante” ano 2000. A maioria esmagadora do elenco mudou, eles voltaram no tempo, houve uma espécie de reboot, mas o Bryan Singer (e o Hugh Jackman!) ainda estão presentes. Afinal, convenhamos: nós adoramos essa maluquice cronológica que são os X-men nas telonas. Continuar lendo “X-men: Apocalipse”