Era Uma Vez em… Hollywood

“Nono filme de Quentin Tarantino é uma ótima homenagem à Hollywood dos anos 60, mas deixa de lado algumas de suas melhores características.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Desde que chamou a atenção do mundo com o lançamento de “Cães de Aluguel”, em 1992, Quentin Tarantino galgou rumo ao estrelato dentro de Hollywood. Ganhador de dois Oscar, ambos por roteiro, o diretor conquistou uma legião de fãs no mundo todo, tornando-se um dos cineastas mais populares e influentes dos últimos 25 anos. “Era Uma Vez em… Hollywood”, o seu nono filme – dos 10 que ele insiste que irá fazer antes de se aposentar – chega para remontar a infância do diretor e o fim de uma era marcante para o cinema. Continuar lendo “Era Uma Vez em… Hollywood”

Esquadrão Suicida

“Edição e roteiro ainda são os maiores vilões da DC no cinema”

Por Luís Gustavo Fonseca

O ano de 2016 não tem sido fácil para os fãs da Detective Comics (DC). Nos quadrinhos, a editora finalizou a iniciativa dos Novos 52, promovendo o Rebirth dentro da editora. Dentre as atitudes tomadas, os personagens de Watchmen foram integrados ao universo principal dos heróis (decisão que, a princípio e sem saber como serão os desdobramentos, acho estranha e desnecessária). Continuar lendo “Esquadrão Suicida”

A Lenda de Tarzan

“Rei das Selvas volta sem brilho às telonas.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Tarzan é um daqueles personagens que habita o imaginário popular. O “Rei das Selvas”, criado pelo escritor Edgar Rice Burroughs, surgiu na revista pulp All-Story Magazine, em 1912. Desde então, o herói ganhou diversas continuações, adaptações para a TV e para o cinema, merecendo destaque a primeira vez que o famoso grito do personagem surgiu, em Tarzan, o Homem Macaco, de 1932, pela voz de Johnny Weissmuller. Continuar lendo “A Lenda de Tarzan”

[REVIEW] Golpe Duplo

“Filme estrelado por Will Smith se esforça, mas tem dificuldade em convencer”

 

Por Luís Gustavo Fonseca

 

O que sempre me fez gostar de filmes de golpe e/ou roubo são as possibilidades que o tema permite aos autores da obra de inventar planos mirabolantes e colocá-los em prática. Afinal, a não ser que a intenção seja realizar uma comédia escrachada, que apele para as situações mais galhofas possíveis, o gênero requere que o ladrão seja alguém inteligente, alguém que sempre pense 1 ou 2 passos a frente dos demais, assim como do próprio espectador. Continuar lendo “[REVIEW] Golpe Duplo”