Deadpool 2

Sequência estrelada pelo Mercenário Tagarela entrega humor irreverente, mas peca no drama e fica aquém do original.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em 2016, “Deadpool” chegou ao (cada vez mais cheio) mundo dos super heróis com uma série de peculiaridades que o distinguiam dos demais longas do gênero: com uma classificação indicativa para maiores de 18, a produção apostava em cenas de violência e sanguinolência pesadas, piadas infames envolvendo sexo e masturbação e o fato do protagonista conversar com o público e ter ciência que está dentro de uma obra cinematográfica, reproduzindo uma das características do personagem mais conhecidas. Tudo isso afastado do restante do universo dos X-men e embalado como uma “história de amor”, vendido tanto no marketing do filme quanto dito dentro da própria trama. Continuar lendo “Deadpool 2”

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Vingadores: Guerra Infinita

Um marco não só para a Marvel Studios, mas para o gênero de super-heróis.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em 2008, a Marvel Studios apresentava ao mundo seu primeiro filme, “Homem de Ferro” e, com isso, dava um passo importante para mudar a história da indústria cinematográfica para sempre. A partir do momento em que Nick Fury convida o herói para ouvir mais sobre a “iniciativa Vingadores”, o estúdio apostava todas as suas fichas na ideia de um universo compartilhado, o MCU (sigla para “Marvel Cinematic Universe”), que uniria personagens de diferentes filmes em um grande encontro. Algo que era, até então, inédito – ao menos, na escala em que se propunha. Continuar lendo “Vingadores: Guerra Infinita”

Pantera Negra

“Com roteiro com discurso afiado e com uma identidade própria que valoriza a cultura negra, Marvel cria produção que pode ser um divisor de águas para o gênero.”

Por Luís Gustavo Fonseca

O Pantera Negra foi o primeiro herói negro criado para o meio mainstream dos quadrinhos, em 1966, pelas mãos de Stan Lee e Jack Kirby na edição 52 da revista do “Quarteto Fantástico”. Desde então, o herói ganhou um título solo na Marvel, e com o passar das décadas, tornou-se cada vez mais popular, sendo o primeiro passo para que novos heróis negros, como o Falcão, Tempestade, John Stewart, Blade, Máquina de Combate e Ciborgue, fossem criados nos anos seguintes. Continuar lendo “Pantera Negra”

Thor: Ragnarok

Na melhor produção estrelada pelo Deus Trovão, diretor Taika Watiti acerta na diversão, mas peca em história superficial

Por Luís Gustavo Fonseca

Apesar de ter ganhado um salto de popularidade desde o lançamento de seu primeiro filme, em 2011, o Thor nunca foi um dos grandes queridinhos do público. Ao menos, não nos longas estrelados por ele. Depois de duas produções medianas/boas (eu gosto do segundo filme, mas como muitos outros, é mais por causa do Loki do que pelo herói em si), o Deus Trovão chega ao seu terceiro longa com uma proposta diferente, uma pegada mais divertida e a ajuda sempre bem-vinda do Hulk, o Gigante Esmeralda.

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Homem-Aranha: De Volta ao Lar

“Em seu primeiro longa solo no Universo Marvel, Amigão da Vizinhança se destaca por pegada divertida, aventuresca e inocente”

Por Luís Gustavo Fonseca

Após os acontecimentos de Capitão América: Guerra Civil, Peter Parker (Tom Holland) retorna a Nova York e vive a expectativa de, novamente, ser convocado por Tony Stark (Robert Downey Jr.) para uma nova “missão”. Enquanto tenta provar seu valor para o Homem de Ferro, ele deve lidar com problemas mais comuns, como ir bem na escola, preparar-se para uma competição de perguntas e respostas ao lado de seus amigos, ou criar coragem para chamar a garota que gosta para o baile da escola. Até mesmo quando ele atua como o Homem-Aranha, suas ações são mais corriqueiras, como impedir um roubo de bicicleta ou ajudar uma senhora a chegar em algum lugar, mas nada grandioso, algo que permita Peter provar o seu valor. Quando seu caminho cruza com os capangas de Adrian Toomes (Michel Keaton), um traficante de armas que vende armamento alterado com tecnologia alienígena, Peter vê a chance de provar o seu valor, querendo derrotar um criminoso de maior importância. Continuar lendo “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”

Guardiões da Galáxia Vol.2

“Amadurecimento de personagens é o grande trunfo da nova produção do grupo de ‘a-holes’”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em 2014, Guardiões da Galáxia foi a grande surpresa da indústria cinematográfica. Eles dominaram o verão americano (foi o filme mais visto por lá no período) e também conquistaram a empatia de fãs pelo mundo inteiro, totalizando uma bilheteria mundial de US$ 773 milhões. O grupo, até então desconhecido, teve um resultado financeiro superior a heróis bem mais populares, como Homem-Aranha, X-men e Capitão América. As músicas dos anos 70 e 80, a galhofa assumida, a vibe mais leve combinada com um humor certeiro e personagens carismáticos foram alguns dos fatores responsáveis pela instantânea aceitação da equipe pelo grande público. Continuar lendo “Guardiões da Galáxia Vol.2”

Doutor Estranho

Por Matheus Araujo

Os super-heróis são uma feliz realidade nos cinemas. Um gênero consolidado que, com o prestígio que conhecemos hoje, começou a ser construído no final dos anos 90 pelos corajosos projetos de Blade e X-Men. Todavia, para alcançar tal status, as adaptações abandonaram suas peculiaridades quadrinistas e se disfarçaram de um ação/ sci-fi genérico, numa abordagem severamente conservadora e monocromática, a fim de se aproximar mais e mais do grande público.

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Luke Cage (Netflix)

“Ambientação e trilha sonora são os maiores méritos da nova produção da Marvel/Netflix.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Assim como muitos, minha expectativa por Luke Cage estava nas alturas. A mais nova produção da parceria certeira entre a Marvel e a Netflix (que nos rendeu, até agora, duas excelentes temporadas de Demolidor, além de apresentar ao grande público Jessica Jones), é também a primeira produção desta bolha gigantesca de super heróis protagonizada por um negro… Ao menos, a primeira desde Blade. Continuar lendo “Luke Cage (Netflix)”

Trailer >>> Filme

Por Matheus Araujo

Aquela que seria a esperança de redenção da DC, Esquadrão Suicida, é uma bosta. Não bastasse a expectativa envolvendo todo o contexto DC, fomos amaldiçoados por trailers espetaculares. O abismo entre a expectativa da publicidade e a experiência no cinema é tamanho que um texto que há muito gostaria de fazer está sendo agora lido por você.

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X-men: Apocalipse

“Novo capítulo da franquia mutante entrega um bom resultado, mas desperdiça potencial”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em um ano em que temos um segundo Batman nos últimos 11 anos – e o terceiro Homem-Aranha desde 2002 -, chega a ser curioso pensar que a saga mutante dos cinemas continua firme e forte. Claro que ela passou por mudanças desde seu lançamento, em um “distante” ano 2000. A maioria esmagadora do elenco mudou, eles voltaram no tempo, houve uma espécie de reboot, mas o Bryan Singer (e o Hugh Jackman!) ainda estão presentes. Afinal, convenhamos: nós adoramos essa maluquice cronológica que são os X-men nas telonas. Continuar lendo “X-men: Apocalipse”