Você é nerd?

Por Matheus Araujo

Desde que superado o significado depreciativo há alguns anos, o nerd é tipicamente identificado por gostos específicos. Até concordo que a Cultura Nerd é o grande expoente desse ser, mas teimo que não o limite. Em suma, atribuir nerd a qualquer um que possua O Senhor dos Anéis entre seus filmes favoritos – apenas pessoas de bom senso – é um tanto simplista.

Continuar lendo “Você é nerd?”

[REVIEW] Sin City

Por Matheus Araujo

A estética sempre fora o mais atraente de Sin City, o que indubitavelmente é mais mérito de Frank Miller, autor e ilustrador do material original. Sin City é, caso não saiba, original da arte sequencial – das histórias em quadrinhos. As quais, até o presente momento, jamais me passaram pelas mãos, o que imediatamente lhe faz concluir, nobre leitor, que em momento algum discutirei o filme como adaptação nas próximas e poucas palavras. Ou não.

Continuar lendo “[REVIEW] Sin City”

[REVIEW] À Prova de Morte

Por Matheus Araujo

O projeto Grindhouse, muitas vezes encarado como um filme só, é uma empreitada cinematográfica encabeçada por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez que pretendia homenagear os filmes B e suas casas de exibição, as grindhouses. Dentro de sua composição há alguns trailers falsos* (que envolvem nomes como Nicolas Cage, Edgar Wright e Rob Zombie) e dois longas-metragens, Planeta Terror e À Prova de Morte, dirigidos por Rodriguez e Tarantino, respectivamente.

Continuar lendo “[REVIEW] À Prova de Morte”

[REVIEW] KILL BILL (Vol. 1 & 2)

“A vingança é um prato que se come frio.” – antigo provérbio klingon.

Por Matheus Araujo

É numa síntese perfeita das próximas quatro horas que se abre o quarto filme de Quentin Tarantino.

Além da profunda relação com a história que acompanharemos [a da mulher, ex-assassina profissional, que no dia de seu casamento fora brutalmente atacada por seu antigo time, o Esquadrão Assassino de Víboras Mortais, e que depois de 4 anos em coma, desperta com um justo desejo de vingança] , esses dizeres iniciais também evocam a relação com os orientais, isto é, toda a forte participação da arte nipônica/ chinesa, fora a quebra de expectativa com a procedência da sabedoria, que reflete a GRANDIOSA-GALHOFA-REFERENCIAL a seguir.

Continuar lendo “[REVIEW] KILL BILL (Vol. 1 & 2)”