X-men: Fênix Negra

“Sem explorar os personagens, capítulo final da saga mutante pela Fox apresenta um desfecho melancólico e desinteressante”

Por Luís Gustavo Fonseca

Se hoje o gênero de super-heróis é o que é nos cinemas, muito se deve a franquia “X-men”, iniciada nos anos 2000. Um verdadeiro marco para o entretenimento, o primeiro filme continuou o ressurgimento iniciado por “Blade” um ano antes e mostrou que, sim, havia espaço para fazer bons filmes do gênero novamente, após o desastre de “Batman & Robin”. Nesses 19 anos, a saga passou por altos e baixos, foi reformulada nos cinemas, criou uma confusa – mas estranhamente, charmosa – linha temporal e comprovou a relevância desses personagens, que continuaram a ter grande apelo do público. Continuar lendo “X-men: Fênix Negra”

Deadpool 2

Sequência estrelada pelo Mercenário Tagarela entrega humor irreverente, mas peca no drama e fica aquém do original.”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em 2016, “Deadpool” chegou ao (cada vez mais cheio) mundo dos super heróis com uma série de peculiaridades que o distinguiam dos demais longas do gênero: com uma classificação indicativa para maiores de 18, a produção apostava em cenas de violência e sanguinolência pesadas, piadas infames envolvendo sexo e masturbação e o fato do protagonista conversar com o público e ter ciência que está dentro de uma obra cinematográfica, reproduzindo uma das características do personagem mais conhecidas. Tudo isso afastado do restante do universo dos X-men e embalado como uma “história de amor”, vendido tanto no marketing do filme quanto dito dentro da própria trama. Continuar lendo “Deadpool 2”

Logan

“Em sua última participação no papel, Hugh Jackman tem um adeus merecido como Wolverine.”

Por Luís Gustavo Fonseca

A essa altura do campeonato, falar como os X-men (e, consequentemente, o Wolverine) mudaram a história das produções baseadas em HQs  é o mesmo do que chover no molhado. Desde o sucesso do primeiro filme, lançado há 17 anos, Hollywood passou olhar para os super heróis de outra forma, criando um gênero que hoje é o mais lucrativo da indústria. E ao longo desses anos, em que a cronologia dos mutantes virou uma bagunça e motivo de piada (mas ainda vamos ver cada novo lançamento, independentemente), Hugh Jackman sempre esteve na pele que recobre os ossos de adamantium de um dos personagens mais queridos do grupo e da cultura pop atual. Continuar lendo “Logan”

2016: o ano difícil para as continuações

Por Luís Gustavo Fonseca

O ano de 2016 tem se mostrado difícil para os executivos de Hollywood… Ao menos, para aqueles que apostaram no sucesso de continuações das franquias já estabelecidas. Saturação de gêneros, como os de super herói e de adaptações de livros infanto juvenil? Cansaço do público em relação ao que já vimos? Desejo por histórias originais? Muitos são os fatores que podem ter levado a este quadro. Continuar lendo “2016: o ano difícil para as continuações”

X-men: Apocalipse

“Novo capítulo da franquia mutante entrega um bom resultado, mas desperdiça potencial”

Por Luís Gustavo Fonseca

Em um ano em que temos um segundo Batman nos últimos 11 anos – e o terceiro Homem-Aranha desde 2002 -, chega a ser curioso pensar que a saga mutante dos cinemas continua firme e forte. Claro que ela passou por mudanças desde seu lançamento, em um “distante” ano 2000. A maioria esmagadora do elenco mudou, eles voltaram no tempo, houve uma espécie de reboot, mas o Bryan Singer (e o Hugh Jackman!) ainda estão presentes. Afinal, convenhamos: nós adoramos essa maluquice cronológica que são os X-men nas telonas. Continuar lendo “X-men: Apocalipse”

Deadpool: o início de uma nova era nas adaptações de quadrinhos?

 

Por Luís Gustavo Fonseca

 

Há cerca de um ano e meio, escrevi como o sucesso de Guardiões da Galáxia poderia influenciar as produções de super heróis do cinema. O fato de um bunch of a*holes, desconhecidos pela maioria absoluta do público, ter sido a produção de maior bilheteria do ramo naquele ano (superando heróis veteranos, como Capitão América, X-men e Homem Aranha) levou a Marvel a confirmar a produção de mais heróis que (ainda) não estão no imaginário das pessoas, como Capitã Marvel e Os Inumanos. A DC também se movimentou, e apostou suas fichas em Esquadrão Suicida para ter sucesso semelhante. Continuar lendo “Deadpool: o início de uma nova era nas adaptações de quadrinhos?”

X-men: Dias de um Futuro Esquecido – The Rogue Cut

Por Luís Gustavo Fonseca

Depois de um ano de espera e muita falação e expectativa, finalmente chegou as lojas a versão Rogue Cut de X-men: Dias de um Futuro Esquecido. A nova versão, que conta com a participação da célebre membro do grupo, possui alguns minutos a mais, e oferece um olhar diferente sobre o filme de maior sucesso dos mutantes da Fox. Continuar lendo “X-men: Dias de um Futuro Esquecido – The Rogue Cut”

[REVIEW] Astonishing X-men: Superdotados

“Porque se Joss Whedon tivesse dirigindo X-men 3, as coisas teriam sido diferentes”

Por Luís Gustavo Fonseca

A segunda edição da coleção da Salvat (Não viu? Aproveite e leia a review sobre a primeira edição) aborda o grupo de mutantes mais conhecido do planeta. Apesar do meu gosto pelos personagens, nunca fui de correr atrás das histórias deles e, arrisco a dizer, que este seja meu primeiro contato com o material do grupo por HQ.

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